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    <title>SempreUFG</title>
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      <title>Egresso da EMAC vence o IV Concurso de Violão de Teresina</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egresso_nicolas" title="egresso_nicolas" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/Nicolas_viol%C3%A3o-1.png?1659742031" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Nicolas Porto é recém-formado no bacharelado em violão e concorreu com 5 candidatos na final&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.ufg.br/n/158365-estudante-da-emac-vence-o-iv-concurso-de-violao-de-teresina"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 05 Aug 2022 20:30:07 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/158441-egresso-da-emac-vence-o-iv-concurso-de-violao-de-teresina</link>
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      <title>Egressa da UFG lança livro infantil sobre diversidade humana</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egressa_denise" title="egressa_denise" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/mockup_quem-conhece-gatos-vovo-1.png?1654037722" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Denise Fleury, pedagoga, psicanalista e egressa da UFG, lança o livro “Quem conhece os gatos do vovô?”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://jornal.ufg.br/n/155183-egressa-da-ufg-lanca-livro-infantil-sobre-diversidade-humana"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 31 May 2022 19:55:42 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/155338-egressa-da-ufg-lanca-livro-infantil-sobre-diversidade-humana</link>
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      <title>Egressa da EMAC, Andréa Teixeira nos conta um pouco sobre sua vida</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egressa_andrea" title="egressa_andrea" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/ANDREA_12a_%281%29.jpg?1634843820" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Há 45 anos na UFG, Andréa nos fala do seu Orgulho de Ser UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Flávia Novais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Arquivo pessoal&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sempre UFG conversou com a Andréa Luiza Teixeira, pianista, flautista e pesquisadora da EMAC, e ganhadora do prêmio Gala da Lusofonia, em 2021.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/egressa_andrea_2.jpg" alt="egressa_andrea2" width="364" height="305" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sempre UFG&lt;/strong&gt;: Conte-nos um pouco do seu processo de ingresso: qual foi o ano, em qual curso, como foi a expectativa para ver o resultado e como foi descobrir que estudaria na UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Andréa&lt;/strong&gt;: Saudações!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um prazer estar aqui para contar um pouco sobre minha segunda casa, que é a UFG. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrei na Universidade aos seis, sete anos, para estudar no curso de pré-graduação no antigo Instituto de Artes, hoje, Escola de Música e Artes Cênicas da UFG. Fui aluna de grandes mulheres que ajudaram na formação da própria UFG: Belkiss Carneiro de Mendonça, Maria Luiza Póvoa da Cruz, Maria Ludovico Teixeira. Tenho pena de não ter estudado com a querida Dona Fifia, Maria Lucy Veiga Teixeira, mas hoje somos amigas e a vejo como um ser humano fantástico. Me envolvi tanto no curso de teoria e piano que, quando o curso passou a existir apenas na parte da manhã, tive que mudar de escola e não mais acompanhar minha turma, porque preferi estar na UFG. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me preparei para o vestibular tendo aulas regulares com Dona Belkiss e sua nora, Lilian Mendonça. Desde criança queria cursar música, por isso a UFG sempre foi minha prioridade. Entrei para o curso de Piano em 1988, me formei em 1992 e em 1993 passei em primeiro lugar para o cargo de Músico. Na época, as especificações desse cargo me chamaram muito a atenção, que eram: Fazer pesquisa, produzir concertos, tocar com os alunos. Era uma gama de possibilidades muito interessantes. Então fiz a prova com três instrumentos diferentes que tocava (piano, flauta e cavaquinho), uma vez que o cargo não especificava um instrumento. Foi uma alegria muito grande quando recebi a notícia que tinha sido aprovada. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalho então há 28 anos na Universidade, mas frequento esta casa há 45 anos, por isso a vejo como minha segunda casa. É um orgulho para mim ser UFG. É um orgulho ter crescido neste espaço. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sempre UFG&lt;/strong&gt;: Como foi sua vivência na graduação? Qual foi o momento (ou os momentos) mais marcantes nessa jornada?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Andréa&lt;/strong&gt;: Como vinha construindo uma história de estudos desde criança dentro da UFG, a vivência durante a graduação foi uma constante de aprendizado e amizade contínua com os professores que já faziam parte de minha vida. A graduação me ensinou aspectos metodológicos de ensino e de pesquisa que me seguiram por toda a vida. Acho que o momento mais marcante da graduação foi receber o diploma de Aluna Destaque. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sempre UFG&lt;/strong&gt;: Você sente que Ser UFG fez (ou ainda faz) diferença em sua vida profissional? Conte-nos um pouco da sua relação com a Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Andréa&lt;/strong&gt;: SER UFG sempre fez diferença em minha vida profissional. Foi um sonho alcançado com muita dedicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem escolhe a carreira artística, normalmente começa a trabalhar muito cedo.  Logo que entrei na UFG como profissional, comecei a fazer parte de um grupo musical com os professores Eurípedes Fontenelle, Euler Amorim e Othaniel Alcântara Júnior. Nesse grupo, tivemos a oportunidade de tocar em mais de duzentos eventos da Reitoria  ao longo de oito anos. Quase sempre que havia alguma delegação internacional ou reuniões com representantes de outras universidades brasileiras na reitoria, éramos convidados para tocar músicas goianas. Eram apenas duas ou três músicas, para que as pessoas conhecessem a cultura local. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi um período muito profícuo para mim enquanto performer e pesquisadora, além de tocar com músicos tão qualificados como eles. Professor Eurípedes Fontenelle foi precursor do violão na cidade de Goiânia. Eclético, criou o primeiro grupo de Rock  e foi o professor de grandes talentos que hoje são maestros e arranjadores em outras capitais. Ele acompanhou grandes músicos de renome internacional. Essa imersão e oportunidade que tive com esses colegas de trabalho, o Quarteto da UFG, foi minha primeira grande experiência. Está marcado com muito carinho e gratidão. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha relação com a UFG é de gratidão, por ter me proporcionado um crescimento  pessoal e profissional, desde minha infância. Faz parte de minha vida e de minha história. Dentro dela conheci pessoas incríveis, alunos que ficaram amigos, e profissionais que me ensinaram e me estenderam a mão. Acho que a troca de experiências, cordialidade e respeito são fundamentais em um ambiente de trabalho. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que, enquanto somos UFG, também temos que participar da sociedade enquanto servidores públicos federais. Esse papel não é apenas da direção da Universidade. Necessitamos todos estarmos abertos à comunidade e temos que cumprir também nosso papel social. Coordeno vários projetos de extensão que atendem a comunidade, de forma voluntária; penso que somos Universidade enquanto incorporamos seu espírito, que é de levar conhecimento, pesquisa e extensão não apenas à comunidade universitária, mas para toda a sociedade em que ela está inserida. A UFG sempre fez e faz muita diferença em minha vida. Tenho muito orgulho SER UFG. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/egressa_andreia_1.jpg" alt="egressa_andrea1" width="407" height="407" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quer acompanhar o trabalho da Andréa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/andrealuisateixeira/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt; | &lt;a href="https://pt.linkedin.com/in/andr%C3%A9a-lu%C3%ADsa-teixeira" target="_blank" rel="noopener"&gt;Linkedin&lt;/a&gt; |  &lt;a href="https://andrealuisateixeira.com/about/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Site&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;É egresso(a) e deseja contar sua trajetória? Somos apaixonados por histórias!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Entre em contato conosco pelo e-mail &lt;a href="mailto:sempreufg@ufg.br"&gt;sempreufg@ufg.br&lt;/a&gt; ou por nosso Instagram @sempreufg&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Feb 2022 12:15:22 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/151114-egressa-da-emac-andrea-teixeira-nos-conta-um-pouco-sobre-sua-vida</link>
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      <title>Rochane Torres, egressa da UFG, recebe troféu Candango</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egressa_rochane" title="egressa_rochane" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/1_Foto_diretora_Rochane_Torres.png?1641817066" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Premiação foi pelo 54º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, por direção do filme "De onde viemos, para onde vamos"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.ufg.br/n/149856-filme-goiano-e-vencedor-em-2-categorias-no-festival-de-brasilia"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 10 Jan 2022 09:19:24 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/149996-rochane-torres-egressa-da-ufg-recebe-trofeu-candango</link>
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      <title>UFG concede Medalha de Honra a egressos que se destacaram na comunidade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="medalha_honra_21" title="medalha_honra_21" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/UFG_9315.JPG?1640038828" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Evento marcou também os 61 anos da universidade&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.ufg.br/n/149437-ufg-concede-medalha-de-honra-a-egressos-que-se-destacaram-na-comunidade"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 20 Dec 2021 19:21:07 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/149653-ufg-concede-medalha-de-honra-a-egressos-que-se-destacaram-na-comunidade</link>
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      <title>Egressos: comemorem o seu Jubileu de Ouro ou de Prata na UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="jubileu" title="jubileu" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/JUBILEU_DE_PRATA-box-web_Prancheta_1.png?1634652220" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Interessados devem preencher o formulário até o dia 29 de novembro de 2021&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A trajetória dos egressos faz parte da história da nossa Universidade. Em 2021, a Universidade Federal de Goiás, em parceria com a Sempre UFG, homenageará os egressos que concluíram o curso de graduação na instituição há 25 anos e há 50 anos ou mais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento será realizado de modo remoto, no dia 29 de novembro, às 20h, com transmissão oficial pelo&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/c/UFGOficial" target="_blank" rel="noopener"&gt;YouTube.com/UFGOficial&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Jubileu de Ouro será para os egressos que se formaram em 1971, ou em anos anteriores, e o Jubileu de Prata para aqueles que se graduaram em 1996. Os egressos receberão também um diploma simbólico a ser entregue conforme o protocolo de segurança atual. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para participar:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os egressos interessados devem preencher o formulário neste &lt;a href="https://forms.gle/McqPMAj8TkJKAeFG8" target="_blank" rel="noopener"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os Diretores das Unidades Acadêmicas podem indicar os seus egressos preenchendo o formulário neste &lt;a href="https://forms.gle/86xEY79B8eLuJJrn7" target="_blank" rel="noopener"&gt;Link&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Quem passa pela UFG leva a instituição no sobrenome”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participe conosco e faça parte dessa história!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com a Sempre UFG, pelo e-mail: &lt;a href="mailto:sempreufg@ufg.br"&gt;sempreufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 Oct 2021 11:55:07 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/147845-egressos-comemorem-o-seu-jubileu-de-ouro-ou-de-prata-na-ufg</link>
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    <item>
      <title>“Eu ingressei querendo me tornar jornalista. Eu saí mais cidadão do que eu entrei”</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egresso_matheus" title="egresso_matheus" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/010520_HB_Perfil_de_Matheus_Ribeiro__novo_apresentador_da_Record_1.jpg?1635255493" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Destaque do jornalismo goiano, Matheus Ribeiro, egresso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, relembra seu tempo na Universidade Federal de Goiás, o começo da carreira na TV UFG e sua paixão por Goiás.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Letícia Alcântara&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando se fala em recordes, Matheus Ribeiro possui alguns: o mais jovem apresentador de um telejornal no estado de Goiás, apresentador mais jovem a assumir a bancada do Jornal Nacional, da Rede Globo. Mas, além de recordes, Matheus tem uma paixão pelos goianos, pela profissão e pela Universidade na qual se graduou em 2014. A UFG fez parte da vida de Matheus, não apenas lhe concedendo o título de Bacharel em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, como ampliando sua visão de sociedade, pois para ele, a UFG transforma vidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente no jornalismo pela Record TV Brasília, e na rádio pela Interativa FM, Matheus conversou com a &lt;strong&gt;Sempre UFG&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Matheus, você se formou em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, em 2014. Quais são suas principais lembranças daquela época?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha principal lembrança é desse ambiente plural, de uma universidade como a UFG. Eu ingressei querendo me tornar jornalista. Eu saí mais cidadão do que eu entrei. Saí com uma visão de sociedade muito mais amplificada do que meramente um diploma profissional, do que uma habilitação para exercer uma profissão. E isso foi, assim, o grande legado da UFG na minha vida. Eu pude contextualizar, relacionar, conviver com pessoas diferentes, conhecer realidades diferentes da minha. E isso é a principal lembrança que eu trago no meu coração e na minha mente, porque foi um período transformador da minha vida, não foi só a obtenção de um título, foi uma mudança de postura e visão social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você iniciou na graduação, em 2011, e já foi para a TVUFG. Como foi o primeiro contato com a parte técnica do seu curso, estar na TVUFG?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sempre fui assim, a minha paixão pelo jornalismo surgiu por causa da televisão. Eu tive uma vida no interior, eu sou de Piracanjuba, a televisão sempre foi meu passatempo favorito. Eu ficava na casa da minha avó, vidrado, assistindo televisão, e eu sempre fui apaixonado pela TV. Com o passar do tempo, eu descobri que uma forma de trabalhar com televisão seria o jornalismo e descobri a alegria que é ser jornalista, que é colaborar com a sociedade, que é trazer informação relevante, que muda a vida das pessoas. Então, quando eu entrei no curso, eu já tinha muito esse foco em televisão. Eu tinha um pouco de vergonha em admitir, porque eu era meio tímido, gordinho, sério demais, mas sempre foi a minha vontade. No meu primeiro período, eu vi um anúncio no mural da faculdade do “Dia da Poesia”, da TV UFG. Cacei um poema qualquer, peguei o &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=b6sCWtumXmI&amp;amp;list=PL536DD510D4D8BA28&amp;amp;index=4" target="_blank" rel="noopener"&gt;Poema de Desintoxicação, de João Cabral de Melo Neto e fui recitar no dia da poesia&lt;/a&gt;. Meio careca ainda, porque estava no primeiro período, calouro. Conheci o pessoal da TV UFG, a professora Rosana Borges, era a presidente da Fundação [RTVE], e nós já criamos um vínculo de amizade. A TV se preparava para lançar seu primeiro telejornal, que não tinha nem nome ainda, e de supetão, eu sempre fui muito tímido para algumas coisas, mas desinibido para outras, já mandei sugestão para ela [Rosana], sugerindo nome, me colocando à disposição, e entrei como aluno no projeto de extensão criado para colaborar com a criação do Conexões, e foi muito legal ter essa lembrança agora, que já se passaram 10 anos e o programa continua no ar, cada vez melhor, com a Kamyla [Maia], que é uma jornalista incrível, com quem aprendi muito. Foi muito importante no meu aprendizado, exercitar logo ali, nos primeiros passos de curso, o dia a dia de um jornalista, tanto a TV UFG quanto na Rádio Universitária, que é outro laboratório sensacional que a FIC possui, e que já formou tantos bons jornalistas no nosso estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/010520_HB_Perfil_de_Matheus_Ribeiro__novo_apresentador_da_Record_2.jpg" alt="egresso_matheus1" width="410" height="274" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Matheus Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: Hugo Barreto (@hugobarretao)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais algum reflexo da UFG na sua vida, na sua carreira, que você possa falar para um aluno que está entrando na Universidade? Quanto a experiência universitária pode ser relevante para ele?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Geralmente a gente tem uma lógica da vida como uma escada, você vai subindo degrau em degrau, e isso é permeado muito pelo ensino, pela educação. Quando você sai do ensino médio, você está acostumado com um tipo de ensino, com estrutura de ensino, que não te exige muita disposição para correr atrás daquele conteúdo, correr atrás daquela fonte de conhecimento. E numa universidade como a UFG, tão plural, tão diversa, com tantos cursos, com alunos de origens diferentes, de classes sociais diferentes, com trajetórias diferentes, eu acho que a principal dica que trago para quem está nesse momento, para quem está nesse início de curso, para quem está sonhando ainda com sua graduação na UFG é disposição e curiosidade. O aluno que chega à universidade imbuído dessa curiosidade e dessa disposição, vai conseguir descobrir um universo de situações tão diferentes que vai permitir que ele abra a cabeça para a vida no mundo, e que essa lógica de escada, de escadinha – eu saio do ensino fundamental, vou para o ensino médio, para a graduação, faço uma pós e vou trabalhar o resto da vida nisso aqui – essa lógica se quebra um pouco. A vida contemporânea, eu acho, que nos exige uma criatividade maior, nos mostra uma dinâmica muito diferente das relações sociais, das relações profissionais, e esse ambiente universitário vai se moldando e vai permitindo com que o aluno tenha essas oportunidades de vivências e experiência justamente para que ele consiga se enxergar no mundo de uma forma diferente, de uma forma mais holística até, mais integrada à sociedade em que ele vive, sem ser essa lógica horizontal da coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu comecei assim de certa forma, isso é até algo que faz parte da minha história – eu não me arrependo porque se me arrependesse não teria feito as coisas que eu fiz e me trouxeram muita alegria. Mas eu fui um cara que precisei construir uma independência muito cedo. Eu vim de uma família pobre, de Piracanjuba, minha mãe é professora da rede pública, meu pai um pequeno agricultor, eles se esforçaram muito para que eu fosse para Goiânia estudar, e eu me senti obrigado a construir uma independência. Eu comecei a trabalhar logo nos primeiros períodos do meu curso. Tive essa experiência na TV UFG, que era como voluntário, depois me tornei bolsista na Rádio Universitária, em seguida, veio meu primeiro emprego, felizmente foi em uma empresa em que eu pude exercitar algumas coisas relacionadas à comunicação, depois eu fui para a PUC TV, já como repórter, ainda estava no quarto/quinto período, mas já trabalhava como repórter. Fui para a [TV] Band, depois para a [TV] Anhanguera. Quando entrei na Anhanguera, eu ainda não tinha diploma. Eu entrei na Anhanguera em dezembro de 2014, fui colar grau em março/abril de 2015. Isso foi algo, essa necessidade de ter um trabalho, e até essa vontade também de construir uma carreira, elas me tiraram um pouco da rotina universitária – eu não consegui explorar 100% do tempo aquele momento acadêmico. Mas isso, claro, também faz parte da minha trajetória e me permitiu viver coisas que talvez eu não vivesse se fosse diferente. Os alunos que têm essa disponibilidade, que têm essa condição de viver esse momento, de se entregar mais, de mergulhar mais fundo nesse ambiente universitário, com certeza sai muito mais fortalecido e enriquecidos dessa experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualmente você trabalha na Record TV, em Brasília, e ainda apresenta um programa aos sábados na Rádio Interativa. Como tem sido desenvolver esses trabalhos, televisão durante a semana, rádio aos sábados, e você ainda transmite via YouTube, no meio de uma pandemia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu saí de Goiânia com o coração partido no início da pandemia, cheguei em uma cidade diferente, desafiadora – Brasília é uma cidade muito desafiadora –, mas certo de que eu não queria deixar o meu público em Goiás de lado. Eu tenho uma paixão muito grande pelo estado, tenho uma paixão muito grande por Goiânia. É uma ligação, assim, que me emociona, sabe? Quando eu fui representar o estado no Jornal Nacional, e vi que aquilo ali não era uma realização egoísta, individual, que foi uma alegria compartilhada com os goianos, isso me emociona sempre que eu falo. Eu mudei de Goiânia, por uma questão profissional, por uma necessidade de renovação profissional, mas saí certo de que eu voltaria. E eu voltei, pelo menos no rádio, que é essa oportunidade na Interativa [FM], que é uma rádio sensacional, de perfil jovem, mas com muita informação, muito debate, com a pluralidade de ideias. É um programa que eu tenho oportunidade de falar também sobre a minha visão de mundo, sobre as minhas opiniões políticas, sobre as minhas formas de ver os acontecimentos, com mais tempo do que na televisão, com um formato diferente do que em um telejornal e tem sido muito legal. Eu acho que hoje o jornalista precisa ter um perfil dinâmico, entender que a nossa comunicação é multiplataforma, ela se apresenta em diferentes canais de conteúdo, e a gente precisa privilegiar a nossa matéria-prima, que é a nossa credibilidade, a boa apuração, a análise que identifica para o seu público que aquilo é uma análise, que é para estimulá-lo também a formar uma opinião. Então, busco exercer isso também nas redes sociais, eu acho que é uma característica muito necessária para os profissionais que se dispõem a viver do jornalismo. E quero estar cada vez mais próximo da minha terra, da minha gente. Apesar de estar morando em Brasília hoje, fim de semana, eu estou aí [Goiânia] e acompanho as notícias daí [Goiás], e eu acho que essa história ainda tem muita coisa pela frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você lembrou que em 2019 foi o representante do jornalismo goiano nas comemorações do aniversário do Jornal Nacional. Você se tornou o mais jovem apresentador do JN, fato histórico. Como foi para você, Matheus Ribeiro, que saiu de Piracanjuba, que veio para Goiânia, que se “contaminou” por toda a diversidade, pela experiência universitária, como é que foi isso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre passa um filme na minha cabeça, porque eu me lembro de chegar em Goiânia e ficar deslumbrado ao passar pelo viaduto da [Avenida] 85 com a T-63 e ficar olhando de dentro do carro: “Uau, vou morar aqui!”. Eu jamais imaginei uma experiência como essa. Quando a gente entra para o Jornalismo, o curso, é comum alguém fazer uma piada “Quando vou te ver no Jornal Nacional”, e eu pude dizer isso: 9 de novembro de 2019. Eu não posso dizer que era um sonho, porque para mim era algo tão distante, tão remoto, tão impossível. E aconteceu de uma forma que foi sensacional, que foi compartilhada com as pessoas. É diferente, por exemplo, você ser contratado para exercer uma função, para você estar ali em uma oportunidade, ou até substituindo um colega. Fez parte de uma comemoração, de algo que envolveu as pessoas. Quando eu sentei naquela cadeira, eu sabia que estava representando quase 7 milhões de goianos e, assim, é um momento único, foi um momento que me honra muito. Agora, isso precisa ser convertido em resultado para a sociedade. Eu sempre penso isso quando vou refletir sobre a minha profissão. O jornalista tem o seu chefe, tem o seu contratante, uma emissora que paga o seu salário, mas ele tem um patrão que é o público, que é a sociedade. Então poder comemorar com as pessoas, com meus patrões, um momento como esse, foi o que me deixou mais feliz, porque coroou um ciclo profissional. Posso dizer até que foi o ápice de um primeiro ciclo profissional que eu vivi na televisão – espero viver outros, ainda estou novo – e que foi muito mágico para mim. Comecei a apresentar jornal com 21 anos, então, em um primeiro momento, eu não tinha nem noção do que aquilo representava, veja só, despedi do jornal falando “Tchau, obrigado” – olha que menino sem noção, de estar no jornal de horário nobre e  “Tchau, obrigado”, tipo, acho que até um pouco de ignorância mesmo do que aquilo representava, de estar na televisão, de estar em uma emissora que é líder de audiência, foi uma casa que me ensinou muito, que eu tenho ótimas lembranças. Foi algo muito legal e foi muito memorável. É algo que vou levar sempre no meu coração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você ainda tem contato com a UFG, mantém contato não só com os professores, com todo o curso, acompanha a história da universidade? Nesse período, como você, jornalista, mas, principalmente, egresso da universidade, enxergou a UFG na pandemia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho um contato ainda com os meus colegas, professores, docentes do curso de jornalismo, professora Rosana, professor Juarez, professor Sálvio, a gente vira e mexe se fala, mantém contato. Tive agora com os calouros do curso de jornalismo, uma palestra de boas-vindas para eles no curso, um momento muito legal, e é algo que gosto muito de participar. Adoro quando me convidam, estou sempre à disposição, acho que isso é uma interação importante, porque eu me lembro de quando eu estava no curso e via outros colegas já formados, egressos do curso de Jornalismo tendo esse envolvimento, é algo que motiva os alunos atuais, gosto sempre de ter esse contato. E vi esse amor pela UFG se aflorar muito em um momento de dificuldade global que nós passamos. A pandemia atingiu em cheio a educação a nível global e os desafios que foram impostos por esse momento, que ainda persiste, na educação foram muito drásticos. A gente fala de educação à distância há décadas, mas a pandemia trouxe isso de forma impositiva, de forma forçada, então, quando conversei com o prof. Edward, quando vi o projeto da Associação dos Egressos, de colaboração para a arrecadação de equipamentos eletrônicos, colaborei como eu conseguia naquele momento e vi os resultados depois. Foi muito evidente esse sentimento de amor que os alunos e que os egressos têm pela universidade. Eu acho que isso é que mantém essa chama da universidade acessa. Agora é fato, nós vivemos um momento muito drástico no país, um momento em que o país piora, um momento em que a educação do país piora, um momento em que as universidades públicas sofrem ataques, sofrem com a infâmia, sofrem com os devaneios de quem ocupa o poder e nós não podemos permitir que isso perpetue. Nós não podemos permitir que isso atrapalhe, prejudique, afete ainda mais o ensino público de qualidade no país e as universidades estão em primeiro lugar nessa fila, porque são motor de conhecimento, de pesquisa, de inovação, de empreendedorismo, de transformação de vidas. Eu sou uma pessoa que acredita que a educação é a principal força transformadora da vida de uma pessoa e, por transformar a vida das pessoas, ela é capaz também de transformar a sociedade. A educação é ponto primordial quando a gente fala de outros vários aspectos da sociedade: da segurança, da geração de empregos, da melhora da economia, da transformação da realidade que a gente vive, até de saneamento básico a educação está relacionada e de saúde pública. Então, se a gente não tem esse olhar de cuidar e esse olhar de combate aos ataques à educação pública, a gente não está cumprindo nosso papel nem enquanto egresso, nem aluno da UFG, enquanto cidadão. É uma responsabilidade de cidadão zelar e proteger a educação pública no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/16893523320_e2145999ac_o.jpg" alt="egresso_matheus2" width="534" height="356" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Matheus Ribeiro&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: SECOM/UFG&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você tem expoentes, tem chefes de poder, tem ministros que desprezam e menosprezam o papel das universidades dizendo que os brasileiros tinham que aprender a consertar geladeira – não que seja um ofício menor, que não deva ser valorizado o ensino técnico, claro que deve e emprega e movimento a economia e é necessário, são afazeres que precisamos no dia a dia, no cotidiano –, mas veja, a educação transforma vidas. Você querer uma população que não tem acesso à educação, e isso nos remete a um passado não muito distante, é algo terrível, porque você pode privilegiar o poder de escolha – eu posso não querer estar em uma universidade –, mas eu tenho que ter acesso, eu tenho que ter o direito, eu tenho que ter a condição, eu tenho que ter a oportunidade. Não podemos ver as universidades públicas se transformarem novamente em ambientes privilegiados, que só pessoas mais ricas, que tiveram acesso a ensino particular, a ensino caro, vão conseguir ingressar. Nós precisamos democratizar. O movimento tem que ser ao contrário. Nós precisamos democratizar cada vez mais o ensino público e as universidades públicas no Brasil. Espero que um dia nós consigamos universalizar o ensino nas universidades públicas. Isso tem que ser a meta e um projeto de país, que é o que a gente não vê no Brasil. O Brasil, infelizmente, “caminha ao léu”, é um cego no tiroteio e que vai sem rumo. Então, falar de um projeto de país, falar de um projeto de Brasil, passa necessariamente por valorizar, por preservar o ensino de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você espera, como cidadão, da UFG no pós-pandemia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu acho que o papel da UFG nesse pós-pandemia é muito importante, porque se nós vivemos, e eu espero que esse auge da pandemia já tenha passado, eu espero realmente que nós estejamos vivendo seus momentos finais, se nós vimos alguns meses atrás os profissionais de saúde como os protagonistas inequívocos desse momento, as pessoas responsáveis por salvar vidas, por, enfim, tirar pessoas de um estado de sofrimento tão grande como as que foram contaminadas pela COVID-19, nesse pós-pandemia os protagonistas, sem dúvida nenhuma, serão os profissionais da educação, serão os profissionais que vão dar condições para esses alunos que ficaram meses tendo um ensino de forma remota e que a gente sabe, foi afetado, isso é uma realidade, não é possível “tampar o sol com a peneira”, dizendo que não houve prejuízo, houve. Agora esses profissionais da educação devem ser os protagonistas do momento social que o Brasil vai viver, e que o mundo vai viver, seja para recuperarmos a nossa economia, seja para estimularmos a geração de emprego, seja para recuperarmos a autoestima das pessoas, como eu disse, a educação perpassa, costura todos esses nichos sociais da economia, do empreendedorismo, da saúde pública, da geração de empregos. Os profissionais da educação têm essa missão agora que deve ser apoiada, que deve ser valorizada. Por isso, eu, enquanto egresso da UFG, e convido meus colegas também, sejam do Jornalismo ou de outros cursos a fazerem o mesmo, manifesto meu apoio e a minha disposição em colaborar com essa missão, que é muito nobre e que é muito fundamental para a nossa sociedade. Acho que o pior que a gente registra no país hoje é a desesperança, porque um país pode sofrer problemas, uma população pode enfrentar agruras, mas a gente não pode matar a esperança das pessoas em dias melhores. Ela é o que nos move a sair da cama todos os dias e a ir para o trabalho. Se a gente não tem esperança de ter uma vida melhor, de comer bem, de ter um emprego, de melhorar de vida, de conquistar um diploma, de ajudar nossa família, a vida acabou. Então a gente não pode deixar que a desesperança tome conta das pessoas. Que a gente possa apoiar o trabalho desses professores, esses alunos, a nossa universidade para que em breve a gente viva dias melhores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;--------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiramente, agradecer e parabenizar pelo trabalho da Sempre UFG. Acho que é muito importante a gente enxergar essa comunidade egressa da UFG e convocá-la, convidá-la a continuar fazendo parte dessa rotina em defesa da educação pública. Acho que isso é muito necessário nesse momento em que vivemos. Coloco-me à disposição para participar dos eventos da universidade, para dialogar com os alunos, com os professores, quando tiver uma demanda, por favor, me acione também. Eu, o programa, as minhas redes sociais então à disposição. Hoje só tenho essa voz que o jornalismo me dá, por causa da Universidade também. Por causa da minha família, dos meus amigos, de todos os meus professores e por causa da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Matheus Ribeiro está presente nas redes sociais &lt;em&gt;Facebook&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Instagram&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;YouTube&lt;/em&gt; (@matheusribeirotv) e no &lt;em&gt;Twitter&lt;/em&gt; (@mribeirotv), além do site: &lt;a href="https://matheusribeiro.com.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://matheusribeiro.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;É egresso da UFG e quer contar a sua história para a gente? Entre em contato: &lt;a href="mailto:sempreufg@ufg.br"&gt;sempreufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 26 Oct 2021 10:46:43 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/147719-eu-ingressei-querendo-me-tornar-jornalista-eu-sai-mais-cidadao-do-que-eu-entrei</link>
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      <title>Egressa da EMAC recebe indicação ao Prêmio Gala da Lusofonia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egressa_andrea" title="egressa_andrea" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/ANDREA_12a_%281%29.jpg?1634843820" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Andréa Teixeira, pianista da EMAC, foi a personalidade eleita dentre os 9 países que falam a língua portuguesa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.ufg.br/n/147477-pianista-da-emac-recebe-indicacao-ao-premio-gala-da-lusofonia"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 Oct 2021 16:17:09 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/147602-egressa-da-emac-recebe-indicacao-ao-premio-gala-da-lusofonia</link>
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      <title>Rafael Struziatto conta sua trajetória na graduação e na música</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egresso_rafael" title="egresso_rafael" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/rafael_2a.jpeg?1634818079" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Cantor e egresso pela Faculdade de Informação e Comunicação conversa com a Sempre UFG&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Flávia Novais Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rafael conta como ingressou no curso de Publicidade e Propaganda, como a vivência da Universidade contribuiu para sua carreira musical e fala de sua homenagem à Instituição, uma tatuagem da logomarca da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gostaríamos de começar pedindo que você nos conte um pouco de como foi sua trajetória em Publicidade e Propaganda; em que ano você ingressou, como foi esse percurso e o que mais te marcou na sua graduação?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que difícil! Não sei dizer qual foi o momento mais marcante; foram muitos. Bem, eu ingressei em 2017, vindo do interior de São Paulo, acho que conhecia uma pessoa de Goiânia, então vim totalmente às cegas, e foi uma das melhores experiências que eu tive; foram quatro anos e meio sensacionais, incríveis mesmo! Conheci amigos incríveis, fiz música – muita música – por Goiânia, conheci professores maravilhosos. Tudo o que eu sei de Publicidade foi através da UFG, então a UFG é uma instituição que marcou muito, Goiânia é uma cidade que marcou muito, tenho muita representatividade. Por isso eu não consigo escolher só um momento, são vários momentos, graças a Deus, vários momentos muito bons, muito positivos, que agregaram muito na minha trajetória profissional não só como publicitário, mas também como cantor, tudo me deu muita bagagem para ser compositor, ser publicitário, ser esse criativo que “temos que ser”, que o mercado nos obriga a ser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você já era cantor antes de entrar para o curso de Publicidade na UFG ou as duas coisas aconteceram juntas? &lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já sim, mas estava bem no início da carreira. Eu tinha começado [a cantar] em 2015, mas não estava dando tão certo, foi a partir de 2017/2018 que comecei a produzir de forma mais profissional, colocar as músicas nas plataformas de streaming. Fui me profissionalizando com o tempo, e a UFG me ajudou muito a alavancar essa profissionalização; as pessoas que eu conheci lá, pude ter um público maior, um alcance maior para poder divulgar minhas músicas, tudo foi contribuindo, não foi só um fator, mas foram vários fatores juntos que contribuíram para o meu estilo de vida artístico, digamos assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Então podemos dizer que você entrou na faculdade de Publicidade e Propaganda e foi ajudado pela UFG até na carreira de músico?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois é! E me ajuda até hoje porque, o que é preciso fazer? É preciso publicar minha música, mostrar minha música para as pessoas; não adianta fazer uma música e deixar ela só para mim, porque não vai fazer sucesso nenhum, as pessoas não vão conhecer. Então Publicidade e Propaganda foi o curso perfeito pra mim! Se fosse administração seria bom? Seria muito bom, mas acho que não seria tão bom quanto a publicidade foi para mim, pois a publicidade me ajudou de “n” maneiras; eu sou super grato. Muita coisa do que eu sei - quase tudo - veio da UFG, de fato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você sempre quis ser publicitário ou esse desejo surgiu na época de fazer o ENEM e você acabou chegando na Publicidade?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi quase isso. Antes de tudo mesmo, eu queria fazer Artes Cênicas. Fiz 2 anos de teatro e falava para mim mesmo: “Nossa, é isso! Imagina, poder fazer uma Universidade em que vou poder atuar, melhorar meu desempenho técnico e coisas do tipo…”.  Mas então eu descobri que é preciso conhecer muitos autores antes de entrar, tem uma prova técnica, não é só fazer o Enem, pegar a nota e pronto, passou. Não, é preciso fazer uma prova técnica, mostrar seu nível de atuação, o que você sabe de outros autores, essas coisas particulares, mais específicas do teatro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então cortei essa opção e falei para mim mesmo: “beleza, preciso trabalhar com comunicação, eu sou da área de comunicação”. Descobri que o curso de Rádio e TV na Unesp de Bauru, porém Rádio e TV era – e é ainda – um curso que fica muito atrás das câmeras, onde se trabalha com produção, roteirização, as partes mais técnicas da gravação, do audiovisual; e eu não queria isso. Em seguida fui para o básico, o passo natural dentro da Comunicação, digamos assim, que é o jornalismo. Queria ir para o jornalismo, tentei ir e não consegui; fiquei muito longe depois que acabei o ensino médio, então tive que fazer cursinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiz 1 ano de cursinho e conversei com um primo, que é formado em jornalismo. Ele conversou comigo e falou: “Olha, eu não acho que seja tão bom para você. Acho que a publicidade, por exemplo, é um curso mais abrangente, é da área de comunicação, você conseguirá aproveitar muito da sua criatividade”, e isso era uma coisa que eu queria. Não queria trabalhar em um escritório, onde precisaria redigir texto todos os dias, fazer procuração… não, eu queria trabalhar com uma coisa em que eu pudesse criar algo do zero, algo que pudesse impactar as pessoas de uma forma original. Então ele me deu essa luz de fazer publicidade e deu tudo certo. Depois de 1 ano eu consegui entrar pela chamada pública, no limite, e em 2017 eu consegui entrar, graças a Deus, lá em março; já tinham passado duas semanas de aula e eu entrei como se nada tivesse acontecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você veio para Goiânia antes de passar para Publicidade?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, eu fiquei sabendo que eu tinha passado numa terça-feira, no dia seguinte eu já estava indo para Goiânia, e na quinta-feira era minha matrícula, foi tudo muito junto, foi tudo de supetão, sabe?! Não foi nada programado, porque eu não estava esperando tanto, então quando eu vi meu nome – meu Deus! –, já saí do cursinho, liguei pra todo mundo… Nossa, foi lindo, maravilhoso e deu tudo certo, graças a Deus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Te pegou no susto, mas você conseguiu reagir a tempo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nossa, Graças a Deus! Foi realmente no susto mesmo. Eu tive minha primeira aula na quinta-feira, aliás, acho que foi na sexta-feira, voltei no sábado para SP, para pegar minhas coisas – muita mala – voltei para Goiânia, já tinha lugar pra ficar, então foi realmente tudo no susto, mas deu tudo certo, eventualmente. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Também gostaríamos de saber um pouco desse processo de inspiração dessa homenagem tão bonita que você fez pra UFG com essa tatuagem. Como foi, quais foram as marcas que a UFG te deixou para que você quisesse externalizar essas marcas e também eternizá-las, a ponto de virar uma tatuagem?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sempre tive vontade de cursar um ensino superior, mas era um desejo mais amplo, não precisava necessariamente ser em uma universidade pública ou particular, mas acabou sendo pública, melhor ainda! E a UFG me surpreendeu muito, porque eu não a conhecia. Eu sou de SP, então eu conhecia as “Três Grandes” daqui, além de algumas em Minas Gerais e algumas do Sul, mas eu conhecia mais a Unesp, Unicamp e USP, porque são exemplos pra gente, é igual acontece muito em Goiânia: as pessoas querem muito passar na UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;É como um projeto de vida?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exatamente. As pessoas querem passar na UFG. Aqui em SP a gente tem mais isso com as “Três Grandes”. Então passar na UFG, conhecer o ensino de qualidade, conhecer Goiânia – que todo mundo sempre falou muito bem –, conhecer amizades que eu vou levar para o resto da minha vida, conhecer contatos profissionais, os melhores amigos que eu tenho hoje são de Goiânia, tenho diversas casas onde eu posso ficar quando eu for em Goiânia. A UFG me deu uma segunda vida. Às vezes minha mãe pergunta: “Nossa, mas você prefere Goiânia a Rio Preto?” e eu respondo: “Mãe, eu gosto muito daqui, só que em Goiânia eu tenho uma outra vida, eu tenho um outro estilo de vida.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Goiânia é linda, não é?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Goiânia é maravilhosa! E eu não morava com meus pais, então eu tinha uma certa liberdade para fazer as coisas; eu conseguia ir para qualquer lugar, visitava diversos grupos de amigos. Não que aqui eu não tenha amigos, mas é uma outra história, uma outra perspectiva essa que a universidade te dá; ela te dá a liberdade de você sair do Negrão de Lima (que era onde eu morava), para ir no Câmpus Samambaia; ir numa chopada, ir conhecer a biblioteca! É um núcleo muito lindo que a gente não entende até a gente fazer parte, e quando a gente faz parte não quer largar, porque é uma vida muito boa, é uma vida excelente. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/rafael_1.jpeg" alt="egressso_rafael1" width="365" height="486" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Tatuagem feita por Rafael&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Acervo pessoal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;[Sobre a tatuagem]&lt;/strong&gt; Eu tenho 10 tatuagens, e todas elas fazem referência a alguma homenagem, alguma filosofia de vida que eu prezo muito, então eu tinha certeza que eu queria tatuar a UFG, porque o melhor momento da minha vida com certeza foi lá. Tudo bem que eu tenho só 23 anos, não é tanta vida assim, mas dessa minha breve vida, muito eu devo à UFG: as coisas que eu conheço, as pessoas que eu conheço, as conexões que eu fiz, até profissionalmente falando; meus primeiros estágios foram na UFG, ela me deu abertura pra fazer muita coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade me deu uma outra perspectiva; quando eu olho para essa logo, eu vejo recordações, não vejo só um câmpus, só uma instituição acadêmica, mas vejo muita coisa: vejo a minha vida de 2017 até 2021. Assim, sempre tive muito claro que queria fazer essa homenagem, para não ter só na minha memória, mas também ter na minha pele.  É uma coisa que eu também quero fazer com a minha escola do ensino fundamental e médio, que fiz tudo praticamente em um só lugar que foi realmente uma casa pra mim. São homenagens que eu tento levar pra poder falar com meus filhos, para quando eu conhecer uma pessoa nova, eu poder falar: “Ah, essa aqui é a UFG!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu levo na minha pele várias histórias. Quero, quando eu tiver o corpo mais cheio de tatuagens, poder fazer como se meu corpo fosse um museu mesmo, para poder dizer: “olha, isso aqui eu tatuei por causa disso, disso...” Todas as minhas tatuagens têm um significado, sabe?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Foram 4 anos e meio bem vividos, na graduação, na UFG, em Goiânia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muito, muito. Totalmente, completamente. Não mudaria uma vírgula, acho que tudo foi da forma que tinha que ser e foi tudo muito, muito lindo, muito especial; eu fico todo emocionado quando eu olho pra trás e me vejo calouro conhecendo as coisas, conhecendo o campus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vendo um macaco pela primeira vez!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exatamente! Vendo um macaco pela primeira vez, é tudo muito significativo. Pra mim é super especial, está na minha pele, está na minha mente, é tudo maravilhoso! Eu me sinto muito orgulhoso de ter feito parte dessa Instituição, de verdade!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aqui na Sempre UFG, nós dizemos que uma vez UFG, Sempre UFG. E é pra isso que a Sempre UFG existe, é um sonho do nosso reitor que tem se tornado realidade: trazer os egressos para perto, estarmos sempre juntos, sempre perto; seja oferecendo cursos para os egressos, seja trazendo os egressos para darem cursos para outras pessoas. Porque a UFG não é só uma universidade, é muito mais do que isso, se eterniza na nossa vida, divide nossa vida em “antes da UFG” e “depois da UFG” &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com certeza! Nossa, eu concordo com tudo o que você disse, acho que [A UFG] pra mim é uma família. Eu quero, daqui a 10 anos, poder retornar, ver minha turma; quero sempre manter contato, porque são contatos, são memórias que… Nossa! Eu realmente vou ser aquele pai chato que vai ficar contando para os filhos tudo o que passou, e vai ser ótimo, porque em quase tudo vai ter a UFG. São momentos muito bons, momentos em que a gente está se conhecendo, não somos adolescentes, mas também não somos adultos, é uma fase de descobrimento de várias coisas, da vida em si, de cartão de crédito, de aluguel, boletos, pegar o ônibus… São coisas que vamos aprendendo na faculdade, isso é ótimo! É super um laboratório de como ser adulto. Eu acho isso fantástico! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fantástico também é conhecer as trajetórias de nossos egressos! &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Você é egresso e deseja contar sua história? Entre em contato conosco pelo e-mail &lt;a href="mailto:sempreufg@ufg.br"&gt;sempreufg@ufg.br&lt;/a&gt; ou pelo nosso direct do Instagram @sempreufg&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 Oct 2021 09:14:28 -0300</pubDate>
      <link>https://sempreufg.ufg.br/n/147558-rafael-struziatto-conta-sua-trajetoria-na-graduacao-e-na-musica</link>
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      <title>Administrador e poeta, conheça Felipe Moura de Souza</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="egresso_felipe1" title="egresso_felipe1" src="http://sempreufg.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/felipe1.jpeg?1634307707" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Egresso da Faculdade de Administração conta sobre sua trajetória de vida acadêmica e seus desafios&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Texto: Flávia Novais Cardoso&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felipe Moura de Souza, ingressou na UFG pela Faculdade de Informação e Comunicação - FIC no ano de 2011 e terminou sua trajetória na graduação como administrador no ano de 2018. Trilhou um caminho incomum, que mudou completamente sua forma de ver a vida e sua carreira, e o ajudou a compreender que cada um possui seus próprios desafios e necessidades pessoais, histórias de vida diferentes e, portanto, caminhos diferentes serão trilhados. Em entrevista à Sempre UFG, Felipe conta um pouco do caminho que ele trilhou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você poderia nos dizer sobre você, sua trajetória e suas vivências no tempo de graduação na UFG? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde os 15 anos a UFG se tornou um plano de vida pra mim. Foi difícil conseguir, mas deu certo! Aos 17 anos passei no curso de Publicidade e Propaganda, hoje tenho 28 anos; então fazem 10 anos que comecei minha trajetória profissional, e foi a UFG quem abriu as portas pra mim. Não saí da UFG publicitário, como eu sonhava, mas saí administrador. Hoje estou em um momento profissional de entender aquilo que eu não quero para que o que eu quero possa ter um espaço de vazão mais fluido. Descobri recentemente, em um processo de descoberta pessoal, querer ser um escritor, ser poeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom, entrei em Publicidade e Propaganda em 2011, fiz  2 anos do curso, enfrentei uma greve extensa no ano de 2012, e como todo mundo que vive a Universidade, também vive uma vida paralela, que é a vida pessoal, aconteceram várias coisas nesse meu processo. Eu precisava trabalhar, enquanto homem homossexual, eu precisei viver vários processos na minha vida; um deles foi sair de casa e morar fora, com outras pessoas. Morei com um amigo do meu curso por 1 ano e meio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois que a greve chegou ao fim, eu já estava muito afiado no sentido de trabalho, já conhecia o mercado de uma forma não-tradicional: eu precisava trabalhar e seguir a minha vida. O curso era à tarde e isso me possibilitou continuar estudando. Nesse percurso me descobri vendedor por vivência, por sobrevivência; fui aprendendo a servir e a  liderar, aprendendo gestão e me apaixonando por esse lugar, que era o lugar em que eu precisava estar nesse momento. Eu via meus amigos avançarem no curso, conseguirem o primeiro estágio, o segundo, o estágio criativo, respeitando seu próprio processo de aprendizagem e eu não podia fazer o mesmo, o que eu podia fazer era trabalhar e seguir a minha vida. Então mais ou menos no ano de 2013, depois que as atividades voltaram, eu já estava com uma maturidade diferente; nesse período de greve e de retorno  – mais ou menos 8 meses  –  eu já tinha virado adulto. Não dava mais para ser só estudante, o que foi um grande pesar, porque era o meu sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre conto uma história engraçada. No segundo período de Publicidade e propaganda eu já tinha um pouco claro o que eu talvez iria seguir enquanto publicitário: ser redator. Havia uma redatora que eu admirava muito – admiro muito – no mercado goiano que é a Sussi Cortes, também egressa da UFG, e na época a Sussi ainda era uma das sócias da Pagu Propaganda, hoje somos amigos, ela é minha mentora de carreira, e eu falo com ela, brincando: “Que bom que você me recusou para trabalhar duas ou três vezes, não me deu estágio. Fez com que eu me tornasse administrador; a culpa é sua! É sua culpa eu ter feito administração, era pra eu ser publicitário, mas acabei me tornando publicitário de alma!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então no ano de 2013 eu consegui fazer uma transferência interna (eu tinha uma média boa) e ingressar no curso de administração em 2013/2; e aí começa minha nova jornada de vida, muito diferente da antiga FACOMB (Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia, atual FIC) onde eu vivia – um lugar aberto, diverso, colorido, cheio de linguagem, onde eu era muito bem aceito –, na administração eu precisei viver uma montanha russa de muita dificuldade. Eu não tenho muita habilidade com finanças, com estatística, com as “matemáticas” no geral; e eu precisava aprender. Era um curso noturno, em que eu podia trabalhar durante o dia e estudar a noite, chegava a ficar 16 horas fora de casa: eu trabalhava, pegava vários ônibus e estudava. E eu não trabalhava em estágio ou na minha área, eu trabalhava em pé, no shopping. Eu trabalhei 4 anos no shopping durante minha vida pela faculdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E mais uma vez via meus amigos conseguindo os melhores estágios, conseguindo ir pra fora do Brasil, participei de inúmeras colações de grau em que o professor Edward falava, orava, e eu chorava, porque eu via os meus amigos conseguirem o sonho: se formar com 21, 22, 23 anos, e eu não; eu ainda tinha um longo caminho pela frente, e eu precisava  continuar, pois era o que precisava ser feito, era a forma como eu poderia estudar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu entrei na faculdade de administração, eu disse pra mim mesmo: “No mínimo eu vou aprender a administrar melhor a minha vida.” Então eu fui descobrindo que fui sendo redator e escritor em cada possibilidade que eu via, aprendi a me comunicar melhor, treinei muita oratória em todas as apresentações na administração, melhorava, me lapidava; estudei muito sobre a área de pessoas na administração (o que não é o foco do curso na UFG, pois Administração é um curso que nasce da Faculdade de Agronomia, então é um curso que nasce de uma engenharia), tive pouquíssimos amigos na faculdade – acho que dois, mais especificamente,  – e diante desse cenário, fui fazendo tudo o que eu podia fazer. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2015, pleiteei uma vaga para intercâmbio e fui aprovado. Fiz um processo de mobilidade acadêmica pelo Grupo Montevidéu, fui para Mendoza, onde estudei por 6 meses com bolsa, voltei do intercâmbio e então começa minha trajetória profissional dentro da Gestão. Em 2016 consegui meu primeiro estágio no SEBRAE como estagiário de Gestão de Pessoas, estagiei por 1 ano, e parecia ser o que eu realmente queria fazer: redigir, escrever uma história, lidar com pessoas. Nesse mesmo ano, ainda estagiando no SEBRAE, descobri que eu precisava passar por alguns desafios no curso de administração, com as matérias de matemática; eu tinha muita dificuldade e ansiedade, meu foco era terminar o curso e pegar meu diploma, e isso me angustiava, pois era uma coisa que demorava, e eu precisava passar por esses desafios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então descobri que na UFG havia um projeto voluntário de práticas de Yoga, uma das professoras era da Faculdade de Educação Física, a Natália Beatriz. Comecei ainda em 2016, toda segunda, quarta e sexta eu saía do estágio correndo com meu tapetinho e ia para o Câmpus Samambaia fazer a prática; desde então o Yoga e a meditação não saíram da minha vida, e isso foi me dando base, sustentação para conseguir ter calma e paciência para continuar o curso, passar nas diversas matérias de matemática e finalmente, em 2018/2, eu pego meu diploma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na graduação passei por projeto de extensão e por projeto de pesquisa; pesquisei empreendedorismo por cerca 1 ano no Centro de Inovação com o Prof. Dr. Cândido, pesquisando sobre o processo de criação de empresas para jovens em situação de vulnerabilidade e pobreza, mas não pude continuar esse projeto e TCC pois, mais uma vez, eu precisava trabalhar. No fim de 2017, tomei a decisão de não continuar a pesquisa e, em 4 meses, comecei um TCC do zero, um plano de negócios para abrir um hostel, uma pousada na cidade de Alto Paraíso de Goiás. Esse plano de negócios foi aprovado em 2018 com nota máxima e 1 anos depois eu o apliquei no Prêmio de TCC e Empreendedorismo UFG, onde ganhei o 1° lugar e um cheque de mil reais como premiação. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, acredito que minha trajetória na UFG de 7 anos e meio foi realmente um combo de experiências: pude empreender, pesquisar, fazer essa social, aprender línguas, morei fora, passei por dois cursos... Meu curso de graduação foi um extensivo, como que uma Graduação-Mestrado. E esse sou eu hoje: sou Gestor Estratégico de Marketing, redator, fotógrafo, Yogue, trabalho com meditação, com a respiração consciente, trabalho com muitas questões da consciência sistêmica; acho que hoje me tornei uma pessoa multitarefa, multicultural, “multidisciplina”, um cara que consegue ver o todo e agir nos detalhes também. Isso é um pouquinho sobre mim, dificilmente alguém vai ver um perfil como o meu, não é comum, e acho que é o que eu sou mesmo: sou incomum.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/385/o/WhatsApp_Image_2021-10-15_at_11.00.39.jpeg" alt="egresso_felipe" width="327" height="491" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Felipe Moura de Souza&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Acervo pessoal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Também gostaríamos de saber quais são as marcas que a UFG deixou na sua vida pessoal e/ou profissional hoje.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As marcas que a UFG deixa na minha vida é que um sonho é possível e que estudar é o melhor caminho para tudo, independente do que você vai fazer. E há uma frase de um livro que li no meu primeiro período de administração, em 2013. O livro se chama &lt;em&gt;Eu sou Malala&lt;/em&gt;. Malala é uma menina que lutava pela educação de meninas e mulheres contra o Talibã, e que ganhou o prêmio Nobel da Paz aos 16 anos. Depois de ler esse livro, meu olhar para o curso de administração mudou completamente: comecei a ver que eu poderia ser um tipo de profissional, ou um outro tipo, e eu escolhi ser um profissional mais humano, mesmo estando em uma Escola de negócios; durante todo o curso de administração, o meu viés, o meu olhar foi para os direitos humanos – independente do que isso quer dizer na sua literalidade –, para o humano. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a maior marca que a UFG me deixa é que existe espaço sim para olhar para o humano, principalmente nas matérias, disciplinas e cursos que são exatos; acho que de exato o mundo não tem nada. Esse foi o grande ensinamento que deixou em mim, um sentimento e uma marca de humanidade fortíssimos. Eu precisei de várias coisas e a UFG conseguiu me dar muitas delas, naquilo que ela podia. Sou muito grato, não poderia ter feito nada disso se não fosse a UFG. E a frase de Malala diz: “Uma caneta, um professor e um livro podem mudar o mundo”. Essa é a máxima que ela me deixa: que sim, nós conseguimos mudar o mundo, pelo menos o nosso mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para finalizar gostaríamos de deixar um espaço para você compartilhar algo conosco livremente, talvez algum poema que você fez recentemente.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa semana fiz um microtexto dizendo o que é a administração pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que é o administrador? É aquele que “administra a dor”. Trazendo para o contexto da poesia, da literatura, da escrita, da narrativa, é o que eu consegui me tornar. O texto diz:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"As lições de um poeta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;diplomado em administração&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;que vê na ação o clarão&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de resolver um, dois, três ou mais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;problemão"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Você é egresso(a) da UFG e deseja contar sua trajetória? Entre em contato conosco pelo e-mail: &lt;a href="mailto:sempreufg@ufg.br"&gt;sempreufg@ufg.br&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 15 Oct 2021 12:04:17 -0300</pubDate>
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